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Reconhecimento aos vencedores do Prêmio STN

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Menção honrosa para Cristina Yue Yamanari

No último dia 7/12 o salão nobre da Esaf enfeitou-se para receber os vencedores do XXIII Prêmio Nacional Tesouro Nacional 2018.

Trata-se de concurso de monografias em Finanças públicas, idealizado pela Secretaria do Tesouro Nacional, com a finalidade de estimular a pesquisa na área de Finanças Públicas, reconhecendo os trabalhos de qualidade técnica e de aplicabilidade na Administração Pública. Podem concorrer trabalhos individuais ou coletivos, de candidatos de qualquer nacionalidade e formação acadêmica (graduação ou pós-graduação).

Os integrantes da mesa de abertura manifestaram suas homenagens a todos os que submeterem trabalhos ao Prêmio. Inicialmente falou Carlos Mussi, presidente da Comissão Julgadora, afirmando que tem sido frutífero o trabalho desempenhado na banca, dada a multiplicidade de origens dos pesquisadores e sua capacidade de trazer temas desafiadores, que se constituem em novas propostas para o país.

Paulo Motta, representante da Fundação Getúlio Vargas, patrocinadora do Prêmio, afirmou que “a imaginação busca uma razão para criar e agir”, parabenizando os participantes pela dedicação, resistência, persistência e esperança no desenvolvimento dos trabalhos.

“Nesta edição do Prêmio houve 125 trabalhos inscritos, a maioria de pesquisadores com mestrado e doutorado, o que demonstra a relevância da iniciativa no setor acadêmico”, afirmou Fernando Meneguin, diretor-geral da Esaf. Outro fato de destaque é que 93 instituições marcaram presença nesta edição, o que demonstra a importância atribuída ao prêmio para a academia e seu empenho em melhorar a área de finanças públicas no Brasil.

A tradição do Prêmio STN, em sua 23ª. edição, foi destacada por Mansueto Almeida, secretário do Tesouro Nacional. Ele discorreu sobre a necessidade de ajuste fiscal no Brasil, afirmando que aumentar a receita e diminuir a despesa são discussões sempre difíceis, e que o debate com a área acadêmica estimula professores e alunos, ajudando a tornar os dados fiscais mais transparentes. A propósito de transparência, o secretário do Tesouro Nacional disse também que é preciso tornar os dados fiscais mais acessíveis para a população, o que depende do setor público e da academia. Ele comprometeu-se a trabalhar para que no próximo ano a entrega do Prêmio do Tesouro Nacional seja acompanhada de um seminário para que os pesquisadores compartilhem seus temas.

Veja quem são os campeões

 1º Lugar: Impacto de Choques de Incerteza sobre a Situação Fiscal no Brasil.

  • Rafael Barros Barbosa

        Fortaleza - CE

2º Lugar:  Instituições Fiscais Independentes: avaliação, novas tendências e considerações sobre o caso brasileiro.

  • Fernando Covelli Benelli  

        São Paulo - SP

3º Lugar:   Os Efeitos Macroeconômicos dos Choques de Política Monetária sob Restrição Fiscal: uma análise por meio de um modelo DSGE.

  • Diego Pitta de Jesus (representante)
  • Cássio da Nóbrega Besarria
  • Sinézio Fernandes Maia

        João Pessoa - PB

Menção Honrosa:  Determinantes do Rating Soberano: a importância da sustentabilidade fiscal segundo os critérios das agências de classificação de risco.

  • Cristina Yue Yamanari

        Brasília - DF

Menção Honrosa:    Função de Reação Fiscal não Linear: limite da dívida, espaço fiscal e sustentabilidade da dívida para os estados brasileiros.

  • Jorge Eduardo Macedo Simões (representante)
  • Roberto Tatiwa Ferreira

       Marabá - PA